Tecnocrónica: terrorismo, burrice e outras temáticas.


Já entrou em vigor a lei europeia que dita que as plataformas digitais devem remover da Internet conteúdos de caráter terrorista em menos de uma hora após alerta das autoridades, anunciou a Comissão Europeia.

Ademar Dias

Jornalista

Rádio Horizonte Algarve/ Tavira

Segundo a Comissão, o objetivo da lei é o de “ajudar a conter a propagação de ideologias extremistas ‘online’”, procurando garantir, simultaneamente, o “respeito total pelos direitos fundamentais como a liberdade de expressão e de informação”.

Em causa estão conteúdos como “textos, imagens, de som ou vídeos, em particular as transmissões em direto” que “incitem, solicitem ou contribuam para infrações terroristas” ou que “forneçam instruções” ou encorajem pessoas “a participar num grupo terrorista”.

Todos os conteúdos desse tipo passam agora a ter de ser “retirados” ou “desativados” em menos de uma hora, a partir do momento em que as plataformas digitais recebem uma “ordem de remoção das autoridades competentes”.

O uso frequente do GPS está afetar o funcionamento do nosso hipocampo, a área do cérebro responsável pela memória e pelo sentido de orientação.

O Google Maps, o Waze ou qualquer outra aplicação de geolocalização estão a substituir aquilo que, durante milhares de anos, foi uma função humana: a localização. Se o cérebro parar de procurar caminhos e dedicar-se só a obedecer às instruções, é muito provável que se deteriore, afirma uma investigação publicada na revista Science.

Mar González Franco, co-autor do estudo e um dos líderes da investigação neurocientífica da Microsoft, afirma que se as pessoas utilizarem muito o GPS vão perder gradualmente a capacidade de criar mapas mentais, o que diminui as suas capacidades de orientação e prejudica a produção de memórias.

“O GPS está a tornar-nos mais burros”, diz González Franco.

Falamos agora da recolha de dados das mais variadas ferramentas que temos instaladas nos nossos smartphones.

Um estudo da Invisibly indica que 82% dos inquiridos aceitam as medidas que as várias empresas de tecnologia estão a implementar como forma de limitar a recolha de dados.

Por sua vez, 76% não gostam de receber anúncios online direcionados e querem que essa prática acabe. Já 68% consideram que a privacidade dos dados é muito importante. No entanto, 11% a mais de homens do que mulheres dizem não se importar com anúncios online direcionados.

Claro que há apps que recolhem mais dados do que outras, mas segundo o Surfshark, na categoria de mensagens e chamadas de vídeo, o Facebook Messenger está no topo da lista como a app que mais recolhe dados dos utilizadores. E nas redes sociais, sem grande surpresa, o Facebook também é a plataforma que mais dados guarda.

Passamos para a música. Dados revelados pelo Spotify e compilados pelo website “Metal Injection” mostram-nos a lista dos dez álbuns de rock mais escutados na plataforma.

Além de bandas clássicas, como os Queen e os Nirvana, esta lista contém ainda algumas surpresas, nomeadamente os Panic! At The Disco, que têm mesmo dois discos entre os dez mais ouvidos.

O primeiro lugar também é ocupado por uma banda que repete presença no top 10. O topo da hierarquia é ocupado pelos Linkin Park, sendo “Hybrid Theory” o álbum rock mais ouvido no Spotify.

Esta é a lista, ordenada do décimo para o primeiro lugar: Panic! At The Disco – “Death of a Bachelor”; AC/DC – “Back In Black”; Panic! At The Disco – “Pray For the Wicked”; Metallica – “Metallica”; Linkin Park – “Meteora”; Queen – “A Night at the Opera”; Red Hot Chili Peppers – “Californication”; Guns N’ Roses – “Appetite For Destruction”; Nirvana – “Nevermind” e Linkin Park – “Hybrid Theory”.

Finalizamos com a sugestão habitual de cinema.

Chega agora às salas o filme “O Espião Inglês” (“The Courier” no título original).

Trata-se de um thriller de espionagem realizado por Dominic Cooke e que tem Benedict Cumberbatch no lugar de protagonista.

Baseada em factos verídicos, esta é a história do modesto empresário britânico Greville Wynne, recrutado para ajudar num dos maiores conflitos internacionais da História. A pedido do MI6 britânico e de uma agente da CIA, ele cria uma parceria secreta e perigosa com o oficial soviético Oleg Penkovsky, num esforço para obter informações cruciais para prevenir um confronto nuclear e desanuviar a Crise dos mísseis de Cuba.

Aqui fica o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=aH-F6TGRJZQ


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