GNR: Funcionario condenado por delito a la integridad física del periodista.


Ex comandante del Destacamento Territorial de Vila Nova de Milfontes de GNR, Capitán Filipe Moutas, fue condenado por un Tribunal Singular, en el juzgado penal local de Portimão.

Em causa está a prática de um crime de ofensa à integridade física na pessoa de um jornalista, um operador de câmara do canal de televisão SIC. O arguido foi ainda condenado a indemnizar a vítima.

El funcionario, atualmente colocado no Comando Territorial de Faro, Fue condenado a una pena de 50 los días soleados, à taxa diária de 8 euros, en total 400 euros. Caso não pague de forma voluntária ou coerciva a multa aplicada, o arguido terá que cumprir 32 días en la cárcel. Foi ainda condenado a indemnizar a vítima no pagamento de 300 euros, más los intereses, desde a leitura da sentença até à efetiva liquidação da verba compensatória.

Para evitar el juicio, o arguido apresentou contestação, invocando a nulidade do inquérito e negando a prática dos factos imputados. Sin embargo, após a realização do julgamento, o tribunal formou a convicção de que o oficial era culpado da prática do crime de que era acusado, tendo em conta que “a versão por si apresentada, pelas fragilidades demonstradas, não se mostrou adequada a sequer a gerar dúvidas sobre a realidade dos factos”, justificou o juiz na leitura da sentença.

En 5 de agosto de 2018, en el curso de un gran incendio que estalló en Monchique, o Capitão Filipe Moutas empurrou a vítima pelas costas e desferido um murro na face esquerda, haciendo que no puedas trabajar durante ocho días ", segundo a investigação do caso feita pelo DIAP de Portimão.

La investigación comenzó con un informe preparado por el funcionario., quien en ese momento comandó el Destacamento Territorial de Odemira de GNR, contra el periodista por "desobediencia, agresión con la cámara y por lesiones y eso cuando trató de esposarlo, esto reaccionó con forma y las esposas se cayeron ". Después de preguntar a los diferentes actores en el proceso., fue el mismo archivado, não tendo sido extraída qualquer certidão para investigar a existência de falsas declarações na elaboração do auto por parte do Capitão Filipe Moutas.

A decisão do Juízo Local Criminal de Portimão é passível de recurso para o Tribunal da Relação de Évora.

Teixeira Correia

(periodista)


Compartir este mensaje en
970x90_logo