Turismo: Adegar Mayor é um 20 locais ‘secretos’ em Portugal que tem de visitar.

Adegar Mayor (Campo Maior), Aqueduto da Amoreira (Elvas) e Paço Ducal (Vila Viçosa), são três dos vinte locais a visitar no Alentejo, de uma lista de imperdíveis que O Dinheiro Vivo publicou e que todos os portugueses devem visitar.

Depois do sucesso da listagem dos 20 locais em Portugal que tem de visitar antes de morrer e perante o entusiasmo dos leitores que têm aproveitado o roteiro sugerido, o Dinheiro Vivo resolveu publicar uma nova lista com alguns dos locais emblemáticos que não entraram da primeira vez.

Dos 20 locais imperdíveis, 3 estão no Alentejo saiba quais:

Adega Mayor, Campo Maior: A Adega Mayor, situada em Campo Maior, no Alentejo, nasceu da visão do Comendador Rui Nabeiro e do traço inconfundível do arquitecto Siza Vieira. Integrada em 65 hectares de vinha que alimentam as marcas Monte Mayor, Touriga Nacional, Reserva do Comendador e Garrafeira do Comendador, é um hino ao vinho português. As visitas com provas custam a partir de 3,5€ por pessoa.

Aqueduto da Amoreira, Elvas: O impressionante Aqueduto da Amoreira, em Elvas, está incluído na área Património da Humanidade da cidade alentejana. São 7km de um sistema de transporte de águas concluído em 1628 que dominam a paisagem, a par das muralhas e do Forte da Graça, todos a merecer visita antes que o estio aperte.

Paço Ducal, Vila Viçosa: O Paço Ducal de Vila Viçosa, no Alentejo, começou a ser construído em 1501 e só foi terminado no século 17. A fachada de 110 metros revestida a mármore da região faz deste palácio real um exemplar único na arquitectura civil portuguesa. A visita custa 7€ e permite ver frescos e azulejos seiscentistas, tetos em caixotões pintados e lareiras em mármore, bem como colecções de pintura, escultura, mobiliário, tapeçarias, cerâmica e ourivesaria.

A listagem foi elaborada com a colaboração das entidades regionais de Turismo do Porto e Norte, do Centro, de Lisboa e Vale do Tejo e do Algarve e da Secretaria Regional de Turismo dos Açores, às quais foram pedidos destinos/atividades menos conhecidos dos portugueses nas respetivas regiões e que fossem ideais para a época baixa.

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