TECNOCRÓNICA (Opinião de Ademar Dias): temáticas conhecidas mas há novas pontos de vista.

A rede Bitcoin consome mais energia do que Portugal.

Um estudo da Universidade de Cambridge utilizou uma ferramenta online intitulada Cambridge Bitcoin Electricity Consumption Index para apurar a quantidade de energia necessária para manter o funcionamento em tempo real da rede Bitcoin.

Os dados mostram que a rede Bitcoin consome mais de sete gigawatts de eletricidade. Ao longo de um ano esse valor equivale a um consumo de energia de 64 terawatts por hora. Ora, este valor supera os 46.94 terawatts consumidos em Portugal. Os 58.46 da Suíça e os 62.34 da República Checa também servem de referência.

O estudo adianta que a rede da criptomoeda representa 0,25% do consumo de eletricidade a nível mundial.

Ainda assim, os investigadores salientam que estes valores são apenas estimativas.

Um inquérito realizado junto de executivos de empresas de grande e média dimensão, realizado em 10 países, concluiu que 53% dos inquiridos acreditam que a rede 5G traz poucas vantagens adicionais em relação às redes 4G, ao nível da velocidade e da capacidade de rede.

Segundo os resultados deste estudo global da Accenture, 72% dos executivos afirmam ter dificuldade em imaginar futuras possibilidades e utilizações do 5G, sendo que as empresas de telecomunicações são os fornecedores de serviços com os quais os 40% dos inquiridos planeiam associar-se na sua implementação.

Mais, 60% dos executivos consideram existir uma falta de conhecimento por parte dos fornecedores de serviços de telecomunicações acerca dos desafios nas suas indústrias e como o 5G pode vir a ser aplicado para inovar.

O investimento inicial (36%), a segurança (32%) e a adesão dos colaboradores (29%) são os principais obstáculos apontados.

Nos Estados Unidos, uma pesquisa conduzida por investigadores do International Computer Science Institute revela que mais de 1.300 aplicações da loja oficial do Android recolhem dados pessoais mesmo sem permissão do utilizador.

No total são 1.325 as aplicações que não respeitam as autorizações concedidas pelos utilizadores, num universo de 88 mil apps analisadas na Play Store.

De facto, limitar as permissões de uma aplicação pode não ser garantia de privacidade dos dados, uma vez que se verificou que estas conseguiam contornar as limitações impostas pelo utilizador, recolhendo dados de localização de fotos e informação pessoal de ligações a redes Wi-Fi.

A pesquisa identificou ainda outras formas de recolher dados, tais como o acesso não autorizado a ficheiros não protegidos em cartões de memória SD.

Resta redobrar os cuidados.

Afinal, quantos seguidores são necessários para se ser considerado uma celebridade na Internet?

Um caso a ser julgado no Reino Unido levou o regulador britânico Advertising Standards Authority (ASA) a avaliar este número e a fasquia está nos 30 mil seguidores.

O caso em questão diz respeito a uma partilha de Instagram de um blogger de lifestyle com 32 mil seguidores, e a ASA considerou que 30 mil seguidores indica que a publicação teria “a atenção de um número significativo de pessoas”.

30 mil na realidade britânica, menos seguramente na realidade portuguesa, certo?!

No cinema, destacamos a estreia do filme “Na Sombra da Lei” (“Dragged Across Concrete” no título original), uma película realizada por S. Craig Zahler que conta com Mel Gibson, Vince Vaughn e Tory Kittles como principais nomes na lista de atores.

Trata-se de um intenso thriller policial sobre Brett Ridgeman (Mel Gibson) e Anthony Lurasetti (Vince Vaughn), dois agentes da Polícia que acabam suspensos depois de um vídeo com as suas táticas duras ser divulgado por um canal de televisão. Com pouco dinheiro e sem opções, os amargurados agentes descem ao submundo do crime para procurar justiça, mas acabam por encontrar à sua espera mais do que desejavam.

Trailer em https://www.youtube.com/watch?v=Dejhzn65BSM&feature=player_embedded

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