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TECNOCRÓNICA (Opinião de Ademar Dias): pirataria, streaming e outros temas em destaque.

Ao que parece, a Comissão Europeia encomendou um estudo para saber qual o impacto da pirataria nas vendas de música, livros, videojogos e filmes.

No entanto, o estudo nunca foi partilhado pela instituição, supostamente por culpa do resultado obtido.

Alegadamente, este estudo, de 304 páginas, submetido em 2015 e que custou aproximadamente 360 mil euros, revelou não existir impacto da pirataria nas vendas.

“De uma maneira geral, os resultados não mostram evidência estatística robusta de desvios de receita provocada pelas infrações de direitos de autor online. Isto não significa necessariamente que a pirataria não tem qualquer impacto mas sim que a análise estatística não prova com fiabilidade suficiente que existe uma causa-efeito.”

Fica no ar a hipótese de que o estudo terá sido abafado intencionalmente, uma vez que também conclui que os downloads ilegais e streams podem mesmo aumentar as receitas legais dos videojogos. A única ligação negativa entre a pirataria e as quedas de receita presente no relatório está nos filmes.

O estudo foi agora divulgado por Julia Reda, membro do Parlamento Europeu que representa a German Pirate Party, e que publicou este estudo no seu blog pessoal.

No campo musical, os números da Recording Industry Association of America (RIAA), representante oficial das editoras discográficas dos EUA, mostram que o streaming já é a maior fonte de receita para a indústria da música.

O mercado norte-americano está em crescimento e isso deve-se a serviços como o Spotify, o YouTube e o Apple Music. Os vinis também apresentam uma tendência crescente, no entanto os CDs seguem registam uma tendência descendente.

De facto, o digital já bate o suporte físico na música de todo o mundo com o streaming em destaque. Em 2016, pela primeira vez na história, o streaming gerou mais receitas para a indústria musical norte-americana do que quaisquer outras formas de distribuição. E a tendência é para que esta diferença aumente.

A indústria de videojogos é das que mais sofre, para o bom e para o mau, com as inovações tecnológicas.

Sempre alvo de debate está a durabilidade de uma qualquer geração de consolas.

Agora, o reputado analista Michael Pachter prevê que Sony vai retirar a PlayStation4 do mercado até 2020, altura em que a companhia apenas terá a PlayStation 4 Pro a ser comercializada.

A atual geração de consolas foi a primeira na qual a indústria decidiu afastar-se da uniformização, em direção a um modelo de meios upgrades, no caso da Sony a companhia fez suceder à sua PS4 a mais poderosa PS4 Pro.

Estas estratégia tem consequências para os produtores, que continuam a ter os modelos base como mínimo para o desenvolvimento dos seus jogos, para os jogadores, que estão hoje divididos em diferentes categorias, e claro, vai ter consequências na inevitável transição geracional, ou seja, quando chegar a hora de apresentar a PlayStation 5, por exemplo.

Agora, Michael Pachter, que há tempos apontou o lançamento da PS5 para 2020, previu que por essa altura, a Sony já não terá o modelo base da PlayStation 4 em circulação, comercializando apenas a PlayStation 4 Pro.

Resta esperar para ver se esta teoria se torna realidade.

Uma sondagem realizada pelo aeroporto londrino de Gatwick revelou os dez filmes mais vistos pelos passageiros durante as longas viagens de avião.

O filme mais visto é “A Melhor Despedida de Solteira”, comédia de 2011 com Kristen Wiig e Melissa McCarthy.

Nos primeiros lugares desta lista encontramos ainda outras duas comédias, “A Ressaca” (2009) e “Um Sogro do Pior” (2000), mas também clássicos como “Os Condenados de Shawshank” (1994) ou “Forrest Gump” (1994) e filmes de ação como “Jason Bourne” (2016).

O estudo revelou ainda que 11% dos inquiridos admitiram já ter chorado a ver um filme durante a sua viagem, com os homens a fazê-lo mais vezes do que as mulheres!

Aqui fica a lista completa dos dez filmes mais vistos em viagens de avião, ordenados do primeiro para o décimo: “A Melhor Despedida de Solteira”, “A Ressaca”, “Um Sogro do Pior”, “Os Condenados de Shawshank”, “Jason Bourne”, “Forrest Gump”, “O Feitiço do Tempo”, “O Diário de Bridget Jones”, “Um Sonho de Mulher” e “Quem Quer Ser Bilionário?”.

E a terminar, a habitual sugestão de cinema.

Destaque para o filme “Era Uma Vez em Los Angeles”, com Bruce Willis no principal papel.

Comédia e thriller são os dois géneros que se juntam nesta película, que tem como título original “Once Upon a Time in Venice”, e que é realizada por Mark Cullen.

John Goodman e Jason Momoa ladeiam Bruce Willis que, em “Era Uma Vez em Los Angeles”, interpreta Steve Ford, é um detetive privado que já viu melhores dias e cuja vida pessoal e profissional colidem quando o seu adorado animal de estimação Buddy é roubado por um notório gangue.

Até onde um homem é capaz de ir para se reunir com o seu companheiro canino?

Trailer em https://www.youtube.com/watch?v=Zy_4PG7f5z4

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