TECNOCRÓNICA (Opinião de Ademar Dias): estudos, mais estudos e um predador à solta.

Um estudo publicado pelo Common Sense Media concluiu que há efeitos positivos na utilização de redes sociais e comunicação por via de aplicações de mensagens.

Ademar Dias

Jornalista 

Rádio Horizonte Algarve/ Tavira

No estudo participaram 1.141 jovens com idades entre os 13 e os 17 anos, os quais responderam a questões sobre a sua utilização de redes sociais. 59% dos participantes apontou que o uso destas plataformas não estava relacionado com sentirem-se ou não deprimidos e 35% admitiu que prefere comunicar com amigos através de apps de mensagens.

No geral, o estudo concluiu que as redes sociais ajudam os jovens a sentirem-se mais confiantes, menos sozinhos e menos deprimidos, uma conclusão que contrasta com a ideia que estas plataformas causam sentimentos negativos e má imagem própria.

Continuamos a falar de rede sociais e apps de mensagens.

O elevado número de utilizadores de redes sociais como o Facebook e o Instagram levou a que estas plataformas se tornassem grande parte do foco de anunciantes com esperança de chegar ao maior número de pessoas possível.

Mas as redes sociais já não são as plataformas mais valiosas para relações públicas e marketing. Segundo o Android Headlines, as apps de mensagens, tais como o Messenger e o WhatsApp, já são as plataformas mais valiosas com mais de 1.3 mil milhões de utilizadores ativos.

A crescente utilização de apps de mensagens a mudar o mercado.

Avançamos com mais um estudo no campo das redes sociais

De acordo com o Pew Research Center, apesar da maioria dos participantes de um estudo consumir notícias através de redes sociais, esses mesmos participantes parecem não confiar completamente no que estão a ler.

Cerca de 42% referiu que as notícias que lê nas redes sociais é “bastante imprecisa” e 31% afirma estar preocupado com o assunto. 11% manifestaram também reservas acerca da parcialidade das notícias que consomem, considerando que esta podem ser tendenciosas a nível político.

O estudo revela ainda o top 3 das redes sociais mais utilizadas para consumir notícias. 73% dos participantes apontou o Reddit como a sua principal fonte de notícias, seguindo-se o Twitter com 71% e o Facebook com 67%.

Ainda acerca da rede social de Mark Zuckerberg, e novamente o Pew Research Center, é agora revelado que há cada vez mais utilizadores nos EUA a tirar ‘férias prolongadas’ do Facebook. Os dados mostram que 42% dos inquiridos deixou de usar a rede social por “várias semanas ou mais” no último ano.

Por outro lado, um quarto dos inquiridos diz ter apagado a app do Facebook dos seus dispositivos móveis, com os utilizadores entre os 18 e os 29 a serem os que mais o fazem.

A terminar, cerca de metade disse ter ajustado as suas definições de privacidade.

Reflexo das polémicas com a Cambridge Analytica e a apropriação de dados dos utilizadores?

Mais um estudo, mas agora em terras lusas. Segundo a Kaspersky, metade dos portugueses prescindem da utilização de passwords para protegerem os seus dispositivos móveis, colocando em risco smartphones e tablets e toda a informação que estes contêm.

A análise mostra que 68% dos portugueses inquiridos admite aceder regularmente à internet no seu a smartphone e 35% faz o mesmo com o tablet.

Em Portugal, 24% utiliza os seus smartphones para atividades bancárias online, 60% dos utilizadores recorre com regularidade aos seus smartphones para aceder ao seu email pessoal e 58% admite utilizá-los para visitar as suas redes sociais.

Falamos, portanto, de uma vasta quantidade de informações sensíveis a passear pela “rede”. Os dados deixam em evidência que apenas 48% dos utilizadores protegem os seus dispositivos móveis com palavras-passe e somente 14% encriptam os ficheiros e as pastas de forma a evitar acessos não autorizados.

A Kaspersky Labs indica ainda que menos de metade (43%) dos utilizadores faz uma cópia dos dados armazenados nos seus dispositivos, e apenas 22% instala soluções antirroubo nos seus dispositivos móveis.

No cinema, destaque para a estreia do filme “O Predador”.

Dos confins do espaço às ruas das pequenas cidades dos subúrbios, a caça chega em pleno na explosiva reinvenção do realizador Shane Black da série de ação Predator. Agora, os caçadores mais letais do universo estão mais fortes, mais inteligentes e mais mortais do que nunca, aperfeiçoados geneticamente com o DNA de outras espécies. Quando um rapaz acidentalmente desencadeia o seu regresso à Terra, apenas uma tripulação disfuncional de ex-soldados e um professor de ciências descontente pode impedir o fim da raça humana. No elenco estão Boyd Holbrook, Olivia Munn, Jacob Tremblay

Aqui pode ver o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=wvQBiriueEY

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