TECNOCRÓNICA (Opinião de Ademar Dias): estudos dos quatro cantos do mundo.

Quem são as pessoas mais influentes das principais redes sociais da atualidade: Instagram, Facebook, YouTube e Twitter?

Há um português em destaque e o seu nome não é difícil de adivinhar: é Cristiano Ronaldo. O futebolista madeirense está no top de três redes sociais, sendo o único a ocupar um lugar de topo em mais de duas plataformas, o que faz dele a personalidade mais seguida da Internet, com mais de 320 milhões de seguidores.

No Instagram o atacante ocupa o segundo lugar da geral com 148.9 milhões de seguidores. Mas se considerarmos que o primeiro lugar é da própria rede social, então podemos dar o topo da tabela ao jogador da Juventus. No Facebook a medalha de ouro é para Cristiano Ronaldo. O futebolista tem a página com mais “likes” da rede social, 122 527 882, número continua a crescer. No YouTube, há que ter em consideração quer as contas com mais subscritores, como aquelas cujos vídeos têm maior total de visualizações. PewDiePie lidera no primeiro ponto, enquanto T-Series é a conta com mais visualizações. Finalmente, no Twitter, os mais influentes são cantores, mas também há presidentes e jogadores de futebol. Cristiano Ronaldo volta a aparecer entre os mais populares, se bem que não chega ao pódio.

A Google confirmou que mais de metade das páginas que indexa no seu motor de busca tem uma abordagem ‘mobile first’. Isto significa que é mais provável uma página melhor preparada para smartphones/tablets surgir nos primeiros resultados de pesquisa.

Ao mesmo tempo indica que as plataformas mobile tornaram-se mais relevantes que o desktop, que está cada vez mais a ser relegado para segundo plano no que diz respeito à navegação na Internet.

Tendo em conta que o processo de trabalho da Google vai sempre ao encontro daquela que é a melhor experiência de utilizador para os internautas, era há muito tempo de prever que o mobile se tornasse uma prioridade.

Fica claro para que detém páginas na Internet a necessidade de dar cada vez mais atenção à flexibilidade das mesmas, procurando adaptá-las para uma realidade que com o tempo tende a se acentuar.

No Reino Unido, um estudo publicado pela Amnistia Internacional revela que uma mulher é assediada no Twitter a cada meio minuto, com jornalistas e políticas a serem especialmente vulneráveis na rede social.

Segundo a organização de direitos humanos, este é o seu maior estudo de sempre sobre ataques digitais a mulheres, no qual participaram 6,500 voluntários de mais de 150 países. A iniciativa teve também o auxílio do site Troll Patrol que examinou 228 mil tweets enviado para 778 políticas e jornalistas nos EUA e Reino Unido no ano passado.

“Estes resultados revelam o que as mulheres têm vindo a dizer – que o Twitter tem um problema com racismo, misoginia e homofobia”, afirmou a diretora da Amnistia Internacional do Reino Unido, Kate Allen.

Passamos para o Japão onde um outro estudo, aqui promovido pelo Ministério da Educação, Cultura, Desporto, Ciências e Tecnologia, descobriu que 25,3% dos estudantes tem a visão abaixo do standard. Mais, 67% dos estudantes de secundário está mesmo abaixo.

E há uma explicação! De acordo com os investigadores, esta queda na qualidade de visão dos estudantes deve-se “à maior quantidade de tempo passada a olhar para ecrãs e a jogos mobile”.

Os jogos mobile são uma tendência cada vez maior entre os mais jovens, sobretudo tendo em conta que o Japão é o terceiro maior mercado de gaming de todo o mundo.

Ainda que os smartphones não possam ser responsáveis pela perda de qualidade de visão, está comprovado que a luz azul emitida pelos ecrãs pode sim causar fatiga.

Em contraponto, um estudo divulgado pela revista Nature, diz que jogar videojogos beneficia o desenvolvimento das capacidades cognitivas humanas.

Investigadores da Universidade Chinesa de Ciências Eletrónicas e Tecnologias e da Universidade Australiana de Macquarie, encontraram uma correlação entre o gaming e o aumento do volume de massa cinzenta no cérebro.

As análises, conduzidas com recurso a ressonâncias magnéticas aos cérebros de 57 jogadores, permitiu que fossem identificadas diferenças entre os “especialistas”, que tinham mais massa cinzenta, e os amadores, com capacidades melhoradas de conectividade funcional.

Para além dos videojogos, a conectividade cerebral também pode ser estimulada com a prática de desporto e de atividades artísticas.

No cinema, já está nas salas o filme “O Mistério de Silver Lake”, um thriler realizado por David Robert Mitchell.

Nesta película (“Under the Silver Lake” no título original), Sam (Andrew Garfield) conhece a misteriosa Sarah (Riley Keough) durante um mergulho noturno na piscina do seu apartamento. Quando, no dia seguinte, ela desaparece sem deixar rasto, Sam embarca numa aventura surreal através da cidade inteira para descodificar o segredo por detrás do desaparecimento súbito de Sarah – uma jornada que o mergulha nos mais inacreditáveis mistérios, escândalos e conspirações da “Cidade dos Anjos”.

Aqui está o trailer deste filme hipnótico: https://www.youtube.com/watch?v=XTfNsZUqHDA

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