TECNOCRÓNICA (Opinião de Ademar Dias): eleições, poluição e alguns privilégios.

O Facebook quer evitar ser usado para interferir em processos eleitorais.

Ademar Dias

Jornalista

Rádio Horizonte Algarve/ Tavira

Para tal, a rede social está a usar Inteligência Artificial para banir e bloquear contas que violem as suas políticas antes das próximas eleições na Índia.

Ajit Mohan, responsável pelo Facebook no país asiático, refere que o sistema de Inteligência Artificial da tecnológica está a bloquear e banir mais de um milhão de contas todos os dias.

A missão é clara: evitar que seja disseminada desinformação, tal como as publicações com discurso de ódio.

Mohan acrescenta que o Facebook tem-se focado em “identificar conteúdo abusivo, localizá-lo rapidamente na plataforma e removê-lo por inteiro”.

E há uns anos atrás ninguém pensava que as redes sociais podiam influenciar eleições…

O consumo de música está mais barato, mas mais poluente. Esta é a principal conclusão retirada do estudo “O custo da música”.

Realizada pela Universidade de Glasgow, no Reino Unido, a investigação analisou a indústria discográfica e o consumo de música nos Estados Unidos, concluindo que os consumidores gastam menos pela música que ouvem, em particular com o aumento dos serviços de escuta ‘online’ em ‘streamming’.

No entanto, a energia que é gasta para carregar a bateria de todos os dispositivos para a partilhar e ouvir, como telemóveis e computadores, representa um aumento das emissões de gases de efeito de estufa no ambiente.

Ainda assim há um dado positivo. O uso de plástico na indústria discográfica desceu drasticamente para oito milhões de quilos, em 2016, quando em 1977 foi de 58 milhões de quilos, produzidos e utilizados.

Aposto que desse lado também não pensava que a música hoje seria mais poluente que a de ontem.

Segundo as previsões da Gartner, as vendas globais de equipamentos (PCs, tablets e telemóveis) apontam para cerca de 2,21 mil milhões de unidades em 2019. Os números representam uma estagnação em relação a 2018, que somou um total de 2.221.270 dispositivos vendidos.

De acordo com as previsões da consultora, o mercado de computadores pessoais vai continuar em declínio, mas o de telemóveis vai retomar o crescimento já em 2020, com uma subida de 1,2%.

Ranjit Atwal, diretor de investigação da Gartner, adianta que “o mercado de computadores pessoais estagnou pelo oitavo ano consecutivo, existindo uma descida de 0,6% de 2018 para 2019”.

Outra diretora, Roberta Cozza, considera que “os consumidores não sentem necessidade de adquirir um novo modelo de smartphone a não ser que apresente melhorias significativas em relação ao que já dispõem”, o que ajuda a explicar o declínio que a Gartner prevê neste segmento até ao final de 2019.

Para muitos pode ser considerado um privilégio, mas o PlayStation Plus permite poupar num mercado, o dos videojogos, que costuma ser agressivo quanto falamos de preços. Afinal quanto é que este serviço da Sony permitiu comprar?

A conta foi feita. O PlayStation Plus, ideal para os utilizadores da PlayStation que querem jogar muito e pagar pouco, conta com uma subscrição anual que custa €59,99. Permite aceder mensalmente a uma lista de novos jogos que, depois de adicionados à tua biblioteca, continuam acessíveis desde que mantenhas a subscrição ativa.

Logicamente, quanto mais tempo fores subscritor do serviço, maior será a lista de jogos a que tens acesso. Quem subscreveu o PlayStation Plus ao longo dos 12 meses de 2018 teve acesso a uma lista de 77 jogos, títulos que continuam acessíveis mesmo para quem regresse ao serviço depois de uma interrupção na subsrição do mesmo.

Ora, todos os jogos oferecidos em 2018 têm um valor total de €1.599,14. A poupança é clara e ganha ainda mais significado se pensarmos nos últimos largos meses têm sido disponibilizados títulos de elevado padrão de qualidade. Por exemplo, já este ano, Steep foi a oferta de Janeiro, For Honor e Hitman em Fevereiro, e The Witness e Modern Warfare Remastered em Março.

No cinema, abril é mês de super-heróis e esta semana chega mais um protagonista saído dos comics.

Está aí “Hellboy”, filme realizado por Neil Marshall que volta a trazer para o grande ecrã a personagem saída das páginas da obra seminal de Mike Mignola.

David Harbour, Daniel Dae Kim, Milla Jovovich, Ian McShane e Sasha Lane são os protagonistas em destaque no elenco desta nova entrega do lendário super-herói e semi-demónio que, desta vez, vai enfrentar a Rainha de Sangue, Nimue, uma antiga feiticeira ressuscitada, sedenta de vingar uma traição do passado. Subitamente preso num confronto entre o sobrenatural e o humano, Hellboy está agora apostado em deter Nimue sem desencadear o fim do mundo.

Este é o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=04nv6DV8jAE

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