Opinião (Rogério Copeto, Oficial da GNR): CORTESIA AO VOLANTE PRECISA-SE.
Mai01

Opinião (Rogério Copeto, Oficial da GNR): CORTESIA AO VOLANTE PRECISA-SE.

O “Dia Mundial do Trânsito e da Cortesia ao Volante” celebra-se no próximo domingo dia 5 de maio, com o objetivo de sensibilizar todos os condutores sobre a necessidade de uma condução segura, de forma a prevenir acidentes, de proteger a sua vida e a dos restantes utilizadores das estradas.

Ler Mais
Opinião (Rogério Copeto/ Oficial GNR): PELA DEFESA DO “BONUS PATER FAMILIAE”.
Abr10

Opinião (Rogério Copeto/ Oficial GNR): PELA DEFESA DO “BONUS PATER FAMILIAE”.

A igualdade de género é assunto que está na ordem do dia, sendo essa luta liderada pelos movimentos feministas, que veem em todas as expressões que façam referência ao género masculino, uma oportunidade para a banirem do nosso léxico, pelo que me surpreende ainda poder ser usada a expressão “bonus pater familiae”, no nosso ordenamento jurídico.

Ler Mais
Opinião (Rogério Copeto/Oficial GNR): NO CARNAVAL OS ACIDENTES LEVAM-SE A MAL.
Fev27

Opinião (Rogério Copeto/Oficial GNR): NO CARNAVAL OS ACIDENTES LEVAM-SE A MAL.

A sensibilização sobre o uso de “bombinhas de carnaval” e o reforço da fiscalização rodoviária são áreas, onde habitualmente a GNR desenvolve esforços, na semana de Carnaval, com vista à prevenção de acidentes.

Ler Mais
Opinião (Rogério Copeto/ Oficial GNR): A FALÊNCIA DO SISTEMA QUE NÃO EXISTE.
Fev13

Opinião (Rogério Copeto/ Oficial GNR): A FALÊNCIA DO SISTEMA QUE NÃO EXISTE.

O fenómeno da Violência Doméstica (VD) teve na semana passada, uma visibilidade fora do comum, porque aparentemente, o limite de mortes em contexto de relações de intimidade por mês, para que a sociedade se indigne e tome consciência da gravidade que a VD assume em Portugal, é de nove mulheres e uma criança.

Ler Mais
Opinião (Rogério Copeto/ Oficial da GNR):A VISIBILIDADE DO USO DA FORÇA.
Jan30

Opinião (Rogério Copeto/ Oficial da GNR):A VISIBILIDADE DO USO DA FORÇA.

O uso da força é um instrumento indispensável a qualquer Estado, cuja responsabilidade pela sua aplicação é atribuída aos seus funcionários, especialmente aos responsáveis pela aplicação da lei, fardados ou não, que exerçam poderes policiais, em especial poderes de captura e de detenção.

Ler Mais