Moura: Homem condenado por furtos que confessou em tribunal.

Um indivíduo de 37 anos, solteiro e desemprego que espalhou a insegurança durante vários meses em Moura, foi condenado por um Coletivo de Juízes do Tribunal de Beja a 3 anos e 6 meses de prisão, em cúmulo jurídico, pena que foi suspensa pelo mesmo período.

José Esperança, estava acusado de dois crimes de furto qualificado consumado e um na forma tentada, casos que confessou em tribunal, apresentando versões que um dos magistrados considerou como “desculpas para furtar e não trabalhar”.

Pelos furtos consumados foi-lhe aplicada a pena de 2 anos e 6 meses, por cada um e pelo tentado um ano de prisão, que redundaria no cúmulo de 3 anos e 6 anos. O arguido, que desde 18 de março, estava sujeito á obrigação de permanência na habituação, com sujeição a controlo eletrónico, ouviu a magistrada extinguir essa medida de coação.

Mariana Piçarra, presidente do Coletivo, justificou ao arguido que “tivemos muitas dúvidas na suspensão da pena e damos-lhe uma oportunidade. Atenção que fica com as portas do Estabelecimento Prisional abertas”, rematou.

José Esperança, furtou tabaco e dinheiro no bar do “Ateneu Mourense” e dinheiro, um computador portátil e disco externo na sede da Associação de Jovens Agricultores de Moura. Quando em março partiu um vidro da porta do “Café Romelsa”, e se preparava para entrar no estabelecimento foi apanhado pelos agentes da PSP, que já lhe seguiam o rasto.

Teixeira Correia

(jornalista)

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