Greve: Militares e agentes já conduzem camiões. Beja e Faro com menos combustível.

Sindicatos garantem que os serviços mínimos foram cumpridos e que sem horas extraordinárias em breve haverá postos sem combustível. Volume de combustível entre os 35 e os 45%, mas sete distritos têm menos de um terço do stock, entre está o de Beja.

Segundo o Jornal de Notícias (JN), um total de 26 militares da GNR e sete elementos da PSP transportaram na segunda-feira combustível para Lisboa, Setúbal, Beja, Sintra e Algarve, na sequência da Situação de Alerta declarada devido à greve dos motoristas de matérias perigosas.

Segundo o Ministério da Administração Interna, os 26 militares da GNR conduziram 13 veículos para abastecer de combustível as regiões de Lisboa, Setúbal, Beja e Algarve, enquanto os sete elementos da PSP asseguraram o transporte de combustível em Lisboa, Setúbal e Sintra.

A Situação de Alerta vigora desde as 23.59 horas do dia 9 de agosto e as 23.59 horas do dia 21 de agosto na sequência da Situação de Crise Energética.

Os motoristas iniciaram na segunda-feira uma greve por tempo indeterminado e no mesmo dia o Governo decretou uma requisição civil por considerar que os serviços mínimos não estavam a ser cumpridos.

O âmbito da requisição visa assegurar o “abastecimento de combustíveis destinados à Rede de Emergência de Postos de Abastecimento (REPA)” e o abastecimento de combustíveis “destinados aos terminais e aos postos de abastecimento servidos a partir do centro de carga da Refinaria de Sines, tendo por referência 50% dos trabalhadores afetos a este tipo de serviços por cada empresa”.

Pretende-se também assegurar o abastecimento de combustíveis destinados aos aeroportos e ao funcionamento das unidades autónomas de gás.

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