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Força Aérea: Detidos 12 militares por corrupção. BA 11 fora das buscas.

A Polícia Judiciária deteve 12 militares (incluindo um major-general e um tenente-coronel) e quatro empresários ligados ao ramo da comercialização de géneros alimentícios por crimes de corrupção passiva e ativa. BA 11, sedeada em Beja, fora das buscas da PJ.

Nesta segunda fase da operação Zeus, iniciada em novembro do ano passado com a detenção de seis militares, a PJ terá atingido o núcleo duro desta rede, pois entre os detidos há, segundo a RTP, um major-general e um tenente-coronel, além de seis oficiais de alta patente.

O método de atuação da rede consistia na sobrefaturação de bens e matérias-primas para a confeção de refeições nas messes da Força Aérea, e posterior divisão entre os militares e os empresários do saldo relativo à diferença entre o valor da fatura original, ou seja, o valor efetivo da venda dos produtos alimentares e o valor sobre faturado ao Estado.

No decurso da operação, em que participaram 130 elementos da Polícia Judiciária e 10 magistrados do Ministério Público, foram realizadas 36 buscas nas áreas dos distritos de Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Évora e Faro, das quais 31 domiciliárias e cinco não domiciliárias, tendo sido apreendidos documentos e material relacionado com a atividade criminosa em investigação.

Na primeira fase da operação, em novembro de 2016 (foto da Operação Zeus-Fase 1, na BA 11), foram detidos cinco homens por corrupção ativa e passiva para ato ilícito e falsificação de documentos, num “esquema fraudulento poderá ter lesado o Estado em cerca de 10 milhões de euros”.

Os detidos serão presentes a tribunal, para determinação das medidas de coação.

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