Ensino Superior: Abertas a partir de hoje as candidaturas à 1.ª fase do concurso nacional.

O Instituto Politécnico de Beja perdeu 15 vagas, passa de 531 para 516 lugares a concurso.A discriminação positiva das universidades do interior que o governo reivindica volta a não passar pelo Politécnico da cidade. No país há 15 cursos que encerram.

A par de Beja, Santarém e Açores, as maiores perdas registam-se nas instituições do Porto e da capital. À semelhança do ano letivo 2018/2019, o Politécnico de Lisboa volta a perder vagas, desta vez 55, assim como o do Porto, com um corte de 43. Quer a Universidade de Lisboa (35) quer a Nova de Lisboa (12) também perderam.

No Alentejo, os institutos de Portalegre (13) e Évora (25) também assistem a um aumento. Apesar de o Instituto Politécnico de Évora só ter aumentado em cerca de 2%, já no ano passado tinha colocado a concurso 1175 lugares, conseguindo um aumento de 8% face ao período transato. Quadro Geral de colocações: Vagas 2019f1a-areas.

Vejamos as vagas do IPBeja:

Escola Superior Agrária: Agronomia: 50, Engenharia do Ambiente: 25, Ciência e Tecnologia dos Alimentos: 25 e Tecnologias Bioanalíticas: 25.

Escola Superior de Educação: Audiovisual e Multimédia: 24, Serviço Social: 50, Desporto: 37 e Educação Básica: 20.

Escola Superior de Tecnologia e Gestão: Solicitadoria (regime de ensino a distância): 40, Engenharia Informática: 55, Gestão de Empresas: 31, Solicitadoria: 30, Turismo: 24 e Gestão de Empresas (regime pós-laboral): 20.

Escola Superior de Saúde: Terapia Ocupacional: 25 e Enfermagem: 35.

Há 15 cursos que vão fechar por falta de procura.

Oito são de universidades e os restantes de politécnicos. Desde o curso de Engenharia Agronómica da Universidade do Porto, passando por Marketing e Publicidade do Politécnico de Santarém. A única área que repete é Arquitetura Paisagística, que fecha na Universidade de Évora e na UTAD.

São todos cursos que nos últimos dois anos consecutivos tiveram menos de dez inscritos no 1.º ano. Mas admitiam-se exceções. Da lista inicial de 19 cursos a fechar, passou-se a 15. Engenharia Florestal, da UTAD, por exemplo, foi dos cursos que conseguiram o regime de exceção.

Univ. dos Açores – Arquitetura (preparatórios),Univ. de Évora – Arquitetura Paisagista,Univ. do Porto – Engenharia Agronómica,Univ. de Trás-os-Montes e Alto Douro – Arquitetura Paisagista,Univ. de Trás-os-Montes e Alto Douro – Engenharia e Gestão Industrial (preparatórios),Univ. de Lisboa – Ergonomia, Instituto Polit. de Bragança – Fitofarmácia e Plantas Aromáticas e Medicinais, Instituto Polit. de Castelo Branco – Produção de Alimentos e Nutrição Humana,Instituto Polit. de Coimbra – Biodiversidade e Conservação da Natureza,Univ. do Algarve – Tecnologia e Segurança Alimentar,Instituto Polit. de Santarém – Marketing e Publicidade,Instituto Polit. de Santarém – Atividade Física e Estilos de Vida Saudáveis,Instituto Polit. de Viana do Castelo – Engenharia de Sistemas de Energias Renováveis,Instituto Polit. de Viseu – Qualidade Alimentar e Nutrição Univ. do Algarve – Ortoprotesia.

Teixeira Correia

(jornalista)

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