ASPIG: Association concerned with quality of life of pensioners GNR.

ASPIG speaks in degrading living situation, they live in the military of the GNR in retirements.

GNR_800x800Em comunicado a ASSOCIAÇÃO SÓCIO-PROFISSIONAL INDEPENDENTE DA GUARDA (ASPIG), mostra-se sensível, perante uma realidade social conhecida, que não poupa os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR), tornou-se preocupante a situação degradante em que vivem muitos dos militares da GNR na situação de reforma.

Realidade que a ASPIG não pode deixar de denunciar e “estender” a sua acção em defesa destes militares – que durante décadas deram o seu melhor em prol da segurança das pessoas e bens – agora fora da efectividade de serviço e sem autonomia física, psicológica e financeira para que possam ter uma vida com o mínimo de dignidade.

A ASPIG, considera humilhante o facto de muitos destes militares sobreviverem em situação de extrema pobreza e, also, de “abandono” pela própria família quando não pela sociedade civil que, devido a preconceitos, nunca os “viu com bons olhos” enquanto utentes de lares de 3.ª idade partilhados com a população civil – muitos sem o mínimo de condições e/ou de legalidade duvidosa.

So:

Considerando que “os Serviços Sociais da Guarda Nacional Republicana (SSGNR) têm por objecto contribuir para a melhoria do nível de vida dos respectivos beneficiários, assegurando-lhes o acesso a um leque diversificado de prestações no âmbito da protecção social”;

Considerando que os SS/GNR “constituem uma pessoa colectiva de direito público dotada de autonomia administrativa e financeira";

Considerando que todos os militares da GNR (na efectividade de serviço, reserve and reform) descontam, mandatorily, for SSGNR;

Considerando que os SSGNR “geram” uma verba que lhe permite assegurar, aos seus beneficiários, um leque diversificado de prestações no âmbito da protecção social.

A ASPIG apela à tutela, serviços sociais da GNR e entidades vocacionadas para esta matéria, para que se faça uma reflexão profunda sobre esta realidade – resultante de uma sociedade cada vez menos interessada nas questões da “3.ª idade”no sentido de se encontrar uma solução para os referidos militares.

No entendimento da ASPIG, seria da mais elementar justiça que, for example, fossem “criados” – numa primeira fase – four (4) lares para idosos (North, Center, Grande Lisboa, on) can, no future, “estender-se” esta medida a cada uma das capitais de Distrito.

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