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Economia: Ministro apelou aos portugueses para que não abasteçam os veículos em Espanha.

Perante a fuga de portugueses para as áreas de serviço espanholas, Caldeira Cabral diz que Executivo quer trabalhar com associações do sector. Num depósito de 50 litros e com diferenças que, depois de impostos, chegam a atingir 30 cêntimos por litro entre os dois lados da fronteira, um automobilista pode poupar 15 euros por depósito.

Ponte A2 Rio Sado_800x800O ministro da Economia apelou aos portugueses para que não abasteçam os seus veículos em Espanha, de modo a não deixar no país vizinho os impostos que poderão pagar em Portugal.
Perante a fuga de automobilistas para Espanha, sobretudo a nível da fronteira, Manuel Caldeira Cabral referiu, em declarações à RTP, que a questão da concorrência “é um problema que nos preocupa, obviamente, principalmente ao nível da fronteira, porque tem condições fiscais diferentes em Espanha, e que temos que olhar com preocupação porque corresponde também a impostos que em vez de serem pagos em Portugal estão a ser pagos em Espanha”.
Dizendo que do lado de lá da fronteira existe “uma taxa de imposto ligeiramente mais baixa”, o ministro da Economia refere que a diferença de preços “significa que muitos portugueses estão a pagar impostos em Espanha e é algo que temos que em primeiro lugar pedir aos portugueses que não façam.
Em segundo lugar, temos que trabalhar com as associações do sector e ouvir quais são as propostas que têm para apresentar, e mostramos desde já toda a abertura para ouvir e tentar encontrar soluções, mas estamos num quadro orçamental que é o que é e é também nesse quadro orçamental que vamos ter de trabalhar em todo o país”.
A Anarec, associação dos revendedores de combustíveis, afirmou ao Económico que, perante as diferenças de preços, a designada linha de fronteira, distância a que se justifica a viagem para abastecer os veículos, já atinge 100 km.
Num depósito de 50 litros e com diferenças que, depois de impostos, chegam a atingir 30 cêntimos por litro entre os dois lados da fronteira, um automobilista pode poupar 15 euros por depósito. Num carro a gasolina, com consumo de 5 litros/100 km, este diferencial permite percorrer cerca de 250 km.
El ministro de Economia luso pide a los portugueses que no reposten en España.
Desde el pasado 12 de febrero, está en vigor en Portugal el impuesto que grava la gasolina y el gasóleo con 6 céntimos por litro.
El ministro de Economía de Portugal, Manuel Caldeira Cabral, pidió hoy a los portugueses que no reposten en la vecina España debido a que el “contexto presupuestario” luso se podrá resentir si baja la recaudación tributaria.
Echando gasolina en España “muchos portugueses están pagando impuestos en España.
Tenemos que pedir a los portugueses que no lo hagan”, dijoCaldeira Cabral, en declaraciones emitidas por el canal público de televisión RTP. Muchos portugueses se desplazan a diario a la vecina España, país con el que Portugal tiene unos 1.200 kilómetros de frontera terrestre, en concreto con las comunidades autónomas de Andalucía, Extremadura, Castilla y León, y Galicia.
“Nos preocupa la cuestión de la competencia en la frontera. Portugal tiene condiciones fiscales diferentes a España y tenemos que preocuparnos. Impuestos que, en vez de pagarse en Portugal, se pagan en España, donde hay una tasa ligeramente más baja”, señaló el ministro.
“Estamos en el contexto presupuestario que es lo que es… Y hay que trabajar con él en todo el país”, recordó Caldeira, en alusión a que una caída en la recaudación del impuesto podrá contribuir a violar las rígidas normas de déficit exigidas por la Unión Europea (UE).
Desde el pasado 12 de febrero, está en vigor en Portugal el impuesto que grava la gasolina y el gasóleo con 6 céntimos por litro, tasa que generó la protesta del sector de los proveedores de combustibles y de los transportes.
Por cada euro de combustible, un 70 % son impuestos, han denunciado portavoces del sector. En España esa tasa también es elevada, aunque 10 puntos porcentuales menor que en Portugal. “Tenemos que trabajar con las asociaciones del sector y escuchar cuáles son las propuestas que tienen. Estamos abiertos a escuchar”, aseguró el ministro.
Fonte: Hoy.es
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