Casa do Alentejo: Concurso de Fotografia “Estações de Caminho de Ferro e Apeadeiros Alentejanos”.

Para festejar o 95º aniversário, a Casa do Alentejo, em Lisboa, vai promover o concurso de fotografia “Estações de Caminho de Ferro e Apeadeiros Alentejanos”. Os trabalhos deverão ser entregues de 1 a 30 de Maio de 2018.

A Casa do Alentejo festeja o seu 95.º aniversário, no dia 10 de junho de 2018. O Prémio Casa do Alentejo é uma das iniciativas tradicionais e de grande impacto nos aniversários da instituição. Este ano foi escolhido para concurso, a modalidade fotografia e o tema “Estações de Caminho de Ferro e Apeadeiros Alentejanos” (na foto a Estação da Funcheira/ Ourique).

O concurso é aberto a todos os fotógrafos amadores e profissionais, residentes em Portugal. Os trabalhos podem ser apresentados a cores e/ou preto e branco e têm de ser apresentados com formato de 20×30 cm ou 30×40 cm.
No verso de cada fotografia deverá constar em letra legível o título do trabalho, a indicação do local da recolha da imagem e o pseudónimo do concorrente.

Cada participante pode apresentar 2 trabalhos em cada modalidade (preto e branco e cores) e só serão aceites trabalhos que não tenham sido premiados noutros concursos.

Serão atribuídos os seguintes prémios: Preto e Branco – 1.º Prémio – 250 euros; 2.º Prémio; – 150 euros; 3.º Prémio – 50 euros e Cores – 1.º Prémio – 250 euros; 2.º Prémio – 150 euros; 3.º Prémio – 50 euros. Os prémios serão entregues aos vencedores no dia 10 de junho do corrente ano, durante a sessão solene do 95.º Aniversário da Casa do Alentejo. As obras premiadas serão expostas, no Páteo da Casa do Alentejo, de 10 a 25 de Junho de 2018.

Na escolha do tema, a direção da Casa do Alentejo lembra que “em 1856, foi inaugurado o primeiro troço do caminho de ferro português, de Lisboa ao Carregado. A nova e revolucionária acessibilidade estendeu-se, a pouco e pouco, por todo o país, ajudando a transformar as vidas e os locais por onde foi passando. Desde logo, há a construção ferroviária que tem o seu epicentro na estação do comboio ou no apeadeiro, locais que se tornam centros importantes no quotidiano das populações.
A “estação” é o meio de comunicar com o mundo, a ela chegam e partem gentes, a horas certas, apontadas no grande relógio que marca as vidas. Os rituais do comboio são ouvidos ao longe e tornam-se parte dos quotidianos. A estação é bonita. Foi decorada com azulejaria portuguesa, admirada e estimada por todos os habitantes. A estação é a porta da diáspora, por ela passam os sonhos de ir à procura duma vida melhor, mas também da saudade que fica ali, à espera.”

Teixeira Correia

(jornalista)

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