Beja: Praga de piolho do pombo fecha Serviço Observação (SO) do Hospital.

Serviço de Observação (SO) do Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, fechado devido a praga do piolho do pombo. Doentes foram internados em outros serviços e o SO desparasitado.

Uma praga de piolho do pombo obrigou ontem ao fecho da sala do Serviço de Observação (SO) do Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja.

A praga foi detetada cerca das 19,00 horas, tendo os doentes sido internados em outros serviços da unidade hospitalar e o SO encerrado e desparasitado.

O Gabinete de Relações Públicas da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), onde o hospital está integrado, confirmou o encerramento do serviço, face a “uma praga piolhos de pombos, o Conselho de Administração da ULSBA decidiu encerrar por um período de 12 horas do SO, com o internamento dos doentes, pondo em prática de mediato a desinfestação”, justificou.

O Serviço de Observação do Hospital de Beja, tem cinco camas e três macas, e é o espaço intermédio, entre a alta e o internamento de um doente, que foi de imediato encerrado e feita a transferência de doentes para os pisos de internamentos. Todos os outros serviços que se situam no rés-do-chão, na ala norte da unidade hospitalar não foram afetados estando funcionar com normalidade, como é o caso do Serviço de Urgência.

O Hospital José Joaquim Fernandes fica numa das zonas de Beja onde existe uma enorme praga de pombos-domésticos, nomeadamente no edifício denominado de Torre, situada no Bairro da Força Aérea que dista cerca de 200 metros da unidade hospitalar, e que está infestado daqueles pássaros.

Teixeira Correia

(jornalista)

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